Mês: agosto 2017

O princípio zero da Filosofia Goreana

Por Master Christian Sword of GOR <christiansword@gmail.com>

 

A Filosofia Goreana é baseada em três princípios, a saber:

 

  1. O princípio da Honra;
  2. O princípio do Orgulho;
  3. O princípio dos papéis naturais;

 

que são extensivamente discutidos em vários artigos (entre eles aqui).

 

Existe, entretanto, um outro princípio anterior a todos eles que quase nunca é discutido.

As razões são duas. A primeira é que esse princípio não só não é exclusivo da Filosofia Goreana como é adotado, em diversas formas por uma quantidade enorme de pensadores em diversas áreas como filosofia, economia, política, evolucionismo, entre outras.

A segunda razão desse silêncio é o fato de esse princípio ser tão básico e tão geral que é habitualmente omitido por ser visto com auto evidente.

Por esse motivo os Goreanos de Alkania denominam esse princípio de:

 

O princípio ZERO da Filosofia Goreana.

Ou

O princípio da Liberdade

 

O princípio da liberdade, aplicado ao Estilo de Vida Goreano, pode ser entendido assim:

0.1. Todos os seres humanos adultos e mentalmente capazes são donos da própria vida.

0.2. Todos os seres humanos adultos e mentalmente capazes são donos dos próprios corpo, tempo e todos os recursos associados e obtidos a partir da própria vida.

0.3. Todos os seres humanos adultos e mentalmente capazes têm o direito e a obrigação de escolherem os seus próprios caminhos.

0.4. Todos os seres humanos adultos e mentalmente capazes têm a obrigação de arcar individualmente com as consequências das suas próprias escolhas.

0.5. Todos os seres humanos têm a obrigação de respeitar os direitos alheios até o ponto que esse direito não invada o seu espaço pessoal, isso é, que não interfira no seu próprio direito sobre a sua vida.  

 

Pode parecer contraditório, para que olha com um olhar ingênuo, que uma filosofia de vida que vive relações de Dominação e submissão creia nos princípios acima, isso não se dá pelo seguinte:

  • Quem tem o direito de escolher os seus próprios caminhos tem o direito de ceder a sua própria liberdade a quem quiser, por quanto tempo desejar.
  • Uma vez que a cessão da sua própria liberdade pode ser retirada a qualquer tempo ceder a sua liberdade não implica em perder a posse da própria vida nem dos recursos associados a ela ou obtidos a partir dela.
  • As inevitáveis consequências de se viver uma relação intensa como é uma relação de Dominação e submissão são parte integrante da própria experiência desse tipo de relacionamento, elas afetam tanto Dominador (Master) como submissa (kajira) de formas diferentes mas não menos intensas.

 

Outro mito sobre a Filosofia Goreana e o Estilo de Vida Goreano que parece contradizer o princípio da liberdade é o mito que afirma que os Goreanos seja machistas ou preconceituosos de alguma forma. Na verdade os Goreanos acreditam na liberdade e no respeito às escolhas individuais de forma muito radical.

Um Goreano tende a respeitar todo indivíduo que faça as suas escolhas de forma clara e assuma as consequências dessas escolhas com a responsabilidade de um adulto mentalmente capaz, mesmo quando essas escolhas sejam diametralmente opostas a aquelas que ele mesmo faz para si.

 

Pode ser que você escolha não conviver com um Goreano, pode ser que um Goreano escolha não conviver com você. Mas saiba que ele vai sim respeitar as suas escolhas até o ponto que estas não interfiram do direito à liberdade de outros.

 

São Paulo, 22 de Agosto de 2017


Cuscuz paulista

INGREDIENTES

1 xícara de chá de óleo
2 cebolas picadas
4 dentes de alho picados
6 tomates picados
250 g de vagem cozida picada
1 cenoura grande cozida picada
1 lata de ervilha
1 lata de atum
1 xícara de chá de farinha de mandioca
farinha de milho amarela
sal a gosto
cheiro verde
azeitonas
ovos cozidos

PREPARO

Frite os temperos e legumes no óleo e coloque o atum. Misture as farinhas com o cheiro verde e junte o recheio que está no fogo. Untar uma forma e ir colocando aos poucos comprimindo com uma colher.


Sabado, 20 de março de 2010

unas brejas a más……

hoje to feliz, na vdd as coisas não andam bem em inumeros aspectos, mas to feliz assim mesmo, vivo numa tsunami, entonces vou vivendo, me questionava a pouco sobre coisas que me veem a mente em noites assim.
Hoje estou sozinho.
Sou um Sádico, existem locais onde encontraria masos, claro, ou submissas etc, mas passei um bom tempo vendo filmes antigos mas muito bons, e num chat divertido.
Tomei umas três ou quatro cervejas. e aki me encontro.
Uma questão.
Vivi um bom tempo com “j”, não era, nunca foi, e jamais pensamos em 24/7, casamento, filhos, enfim, sim tinhamos sonhos claro, alguns juntos, outros….. mas o que me recordo era de certa frieza na nossa relação ou seja, era apenas e tão somente sexo.
Hoje vejo e converso com amigos Top´s que declaram abertamente que ‘amam’ suas sub´s, ou discretamente dizem, “gosto dela”, e me pergunto o tempo todo, e Eu? gostei, gosto vou gostar? Tenho uma relação legal com uma guria, a Deia, gosto pacas dela, ta sempre presente é uma Guerreira, mas é praticamente no virtual que vivemos, no real, tive inumeras sessões avulsas, que hoje considero um certo absurdo, pois, é fácil, acabou, blz, sigo o meu, tu segue o seu, mas….kkkkkkk, não ta dando nem pra pensar nisso agora, to vendo rostos em minha frente, olhares, sorrisos, histórias que poderiam surtir tantas coisas boas, tanto enriquecimento, até brigas ou discussões, sempre se aprende algo nisso.
Minha completa falta de disciplina nisso me gerou apelidos claro, o bonitinho é dom galinha, ou papa coleira, cacete, isso nunca me incomodou, mas agora me faz refletir, essas pessoas, essas mulheres, vieram até mim, com expectativas, talvez sonhos, enfim, e o que receberam…….uma trepada mais quente, com certeza. mas era só isso? Pensava nesta linha, bom, usamo-nos os dois, ela teve o que queria e Eu fiz o que queria, cabou-se, fim de conversa, proxima.
Isso está me incomodando, deixei recados em todo canto, que iria me afastar de tudo,kkkkkkk, mas como, não se deixa de ser você mesmo, sou assim, me fiz assim, num digo que tô em crise, digo que estou, neste momento refletindo, meditando, aprendendo, evoluindo, escrevendo o que penso, tenho como melhor me avaliar, uma sub me disse certa vez e bem a pouco tempo, ” vc não é Goreano, nem Dom”, me perguntei, atá, e agora tenho q dar satisfações de como sou, ou do que faço? Ocorre que relendo os motivos disso, ví que estava defendendo uma pessoa, e pelo que escrevi, se outro tivesse lendo diria, ué, ele ta defendendo a mulher que ama, mas aí e aí, neste ponto, Eu realmente amei? Afinal ouço, sempre ouvi, histórias sobre amor, temas contos, atitudes heróicas, faz-se isso, faz-se aquilo, no fritar dos ovos, não, nunca me vi fazendo nada que possa se dizer, é um ato de amor ou é por amor, tenho dificuldades em entender isso, sim tenho afinidades, laços etc. Mas dai a dizer que moveria montanhas num dá.

pois é……enfim,…..o que realmente é isso de….. amar alguém………


Sexta-Feira, 19 de março de 2010

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

É de rir, mesmo de se perder a sanidade o que ocorre comigo normalmente, meus dias são assim, todos eles, anos após anos, talvez por isso eu seja tranquilo.
Já tive meus dias de idealismo absoluto, qdo fui um cara deveras mau mesmo, intolerante, absolutista, fechado, cheio de razão, kkkkkkkkkkkkkk, outro dia, levei uma multa dum cara assim, o monólogo dele pra justificar a autuação era ” ta certo isso?? ta certo isso??”, qdo me recordo que fiz parte da mesma corporação me dá calafrios, céus, era essa mesma a vertente correta, “num estudô deu no que deu”, como explicativa pro mais bx escalão dos funcionários públicos, afff, mas são lembranças, ruins mas fazem parte de mim.
Não pretendo, nem quero fazer deste local, um catálogo, de minhas memórias, gesssusss, iria ser um saco, nem tampouco vou encher as lacunas com imagens de sub´s de beleza impares em momentos fantásticos, isso na vida real no dia a dia não ocorre.
Vou relatando o que vivo, as vezes mencionando pelo que já vivi, e assim, depositando ao vento o sabor de minhas vivências, marcando assim meu espaço, deixando claro que Eu estive por aki.
Não fui, não sou, não serei mais um na história. KKKKKK só eu pra rir de mim mesmo.
Lí hoje o que minha ex postou no blog dela, e pela primeira vez, me peguei pensando, nunca fui muito de ligar pra essas coisas, não deu, dane-se, içar ancoras, arriar as velas e barco ao mar, mas desta feita algo mudou pra valer em mim, seja pela forma como vivi esses poucos dias com ela, seja pela forma como tudo ocorreu, dessa vez, senti algo diferente.
serena, não é serena, é irriquieta, briguenta, ativa e agitada, chegou neste mundo sem entender quase nada mas com muita disposição, me ví numa situação bem legal, que era ter alguém realmente nova neste meio, ja tão carregado de tantos e tantos percausos, gente que, to nisso há 5,10,15,50 anos, porisso sou assim, qse sem tesão nem no que fala nem no que vive, e serena veio com sede, tive a oportunidade de rever como baunilhas pensam, fazem e reagem, muito bom, ja havia me esquecido de muita coisa.
Questionadora nata, me fez rever uns trecos que há tempos estavam me remoendo e eu deixando as marolas irem dispersando ao vento.
Vejamos:

Domingo, 10 de fereveiro 2013

CINZA…..

E mais uma vez, a nuvem sem cor, sem brilho e sem vida, paira sobre toda a cidade. Mas desta feita, algo de diferente a acompanha,onde sua sombra toca, tudo toma a mesma tonalidade, a mesma cor, fria e sem vida…. cinza. Como se absolutamente tudo perde-se a graça, a vontade, a beleza, mesmo as flores, mesmo as aves, mesmo a vida. Todos, cabisbaixos, andam uniformes na mesmissima direção, sem rumo, sem fim,sem razão. E tudo porque querem, assim o desejam, assim o fazem, de livre e espontanea vontade, determinaram a sí mesmos, todos, que se mutilariam e se castrariam e seriam todos, uma coisa só. Sem vontade, sem aspirações, sem desejos, sem ideias, sequer iriam mais usar suas mentes. E tudo começou de uma maneira ingenua, o fim, sim teve um começo. Uns queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. Outros, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os mais velhos, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os mais novos, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os que acabaram de chegar, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os que vieram apenas ver, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. Mas pra uns isso era vermelho Mas pra uns isso era azul; Mas pra uns isso era vinho; Mas pra uns isso era branco; Mas pra uns isso era preto; Mas pra uns isso era transparente….. E se diziam… Sim isso aqui, o que nós temos, fazemos, entendemos, criamos e vivemos, é o que há de melhor. Olha, é nesta posição, e desta maneira, a unica forma que sabemos ser a melhor, de você penetrar em uma submissa, seja ela quem for…. E era o mesmo para se usar um chicote… E era o mesmo para se usar cordas… E era o mesmo para se usar velas… E derrepente, isso, se tornou em guetos, e esses guetos se tornaram tribos, e essas tribos, brigaram entre sí. E não houve ganhadores, nem vencedores, nem sorriros. E todos fizeram e dançaram suas danças de guerra. E prepararam suas flexas, e esticaram seus arcos… E levaram seus escudos… Mas absolutamente, inexoravelmente, inexplicavelmente, todas as armas……. eram iguais. E todo sangue derramado….. era vermelho. E toda morte….. era o fim. Por quanto tempo isso durou? Nem os “uns”, sabiam; Nem os velhos, sabiam; Nem os novos sabiam; Nem os que acabaram de chegar, sabiam; Nem os que vieram ver, sabiam; E tudo ficou cinza…

Quinta-feira, 20 de dezembro 2012

POSSE

Mesmo sem abrir os olhos, sei que estou acordado, e ja uma contração em meu estomago faz com que eu entenda, sim é hoje. A tempos faço isso, sessão oras bolas, ja se foram inumeras, nem todas em grande estilo, nem todas inesquecíveis mas foram sessões e todas tem seu valor. Mas hoje, hoje desejo com todas as fibras de Meu ser tomar posse. Venho remoendo isso a dias, meses, anos, não pretendo e, nem de longe, penso em me conter. Dedicarei a elas, absolutamente todo Meu calor, vontade, tesão e taras…. Vou tomar banho, pois ja me levantei completamente excitado, lembro-me vagamente de me levantar assim ainda garoto, incrivel como o tempo passa. Mesmo a agua fria de manhã não me deixa em paz, não refresca, não diminui meu impeto. Faço a barba como um noivo, impecável, saio do banheiro e meu robbe vai na frente, situação até que comica, finalmente separo e presto atenção ao q vou vestir, como todas ou a maioria de minhas roupas são pretas, nunca me atenho a isso mas hoje não. Como um cirurgião, separo peça a peça, procurando uma combinação perfeita em toda aquela cor preta. Interessante ter sido essa a cor escolhida como padrão para os praticantes de sadomasoquismo, ja fiz sessão de branco, é a cor natural do uniforme de marinha, e minha escrava na época tinha essa tara, pena que sangue não sai e tive que jogar a camisa fora, mas valeu. Meias, calça, camisa, gravata, paletó, sem tempo a perder com cuecas, hoje não vou usar isso, mas essa excitação implacável pode me trazer transtornos, afinal, ainda irei ao trabalho, então cuecas também. Interessante, tenho inumeros frascos de perfume, presentes e mimos que elas me dão….hummm base em ferormônios, vejamos se isso funciona…. Meu arsenal completo ja esta em meu porta malas, vou sorridente no transito caotico desta cidade incrivel, sampa, quanto mais rodo, ela ainda me da sempre a impressão de estar crescendo. Meu celular toca quando ja estou tomando meu café, na mesma padaria que vou a anos. Vejo e me arrepio, estranho, esse contato pela manhã ja se tornou quase rotineiro, então porque?… Dono bom dia, sua kajira fica feliz em saudá-lo nesta manhã, a mesma frase, a mesma voz, qse a mesma entonação, e fico realmente feliz em ouvi-la, após todo esse tempo, estou reaprendendo a amar a minha escrava?… Bom dia… o tempo me parece bom mas, sampa é assim, sempre imprevisivel, como foi sua noite? como vc está? Ela passa a descrever um cenário hora terrivel, hora comico, de todos os nuances de seu dia, e aprecio cada silaba com um vigor visivel a esta hora. A pequena garçonete retorna a minha mesa pela quinta vez e ainda sorridente. Mudo a entonação e sinto que ela se arrepia do outro lado. Quero você hoje, te pego as dezoito horas… Sim Meu Master, onde? E saio da padaria, como um artilheiro de marinha que derrubou um caça. O dia passa lentamente, e nada de incomum ocorre,a não ser pelo fato de a recepcionista vir me trazer os jornais e quase de tudo, a secretária me trouxe café, até uma colega que pouco fala comigo a não ser sobre trabalho, teve um assunto ameno e bem fluente…. e claro não deixei de notar os sorrisos. Creio que o perfume enfim, tem seu valor. Fiz um lanche, e me acabei em frutas, quero estar bem, e muito bem hoje. Relógio insano, 16:00, dois dias depois 16:10. Finalmente saio, entro no carro e meu sorriso fica maior que meu para-brisas. Ela esta simplesmente linda, acho que nunca a vi mais linda, nem quando nos conhecemos após meses de papo no msn, alguns anos atrás…. Desço e lhe abro a porta. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Quase que rasgo a calça, hoje realmente estou a mil. Entre que iremos buscar suas irmãs, elas ainda não sabem de minhas intenções. Que bom Dono, vai ser divertido pega-las sem avisar, vão ficar doidas, e essa era minha intenção. Chego quinze minutos depois, interfone, olá. DONO?? que houve algum problema??? Vista-se de gala e desça… mas, mas, mas dono nossa eu…, vc tem vinte minutos e contando. Dono sobe, tome um café, estou horrivel e…, 19 minutos e contando… MEUS OCEANOS, AAHHH, TO INDO, SOCORRO!!!!! 40 minutos depois quase chorando, ela vem num vestido brilhante, acho que de seda, vermelho, cabelos em coque, altos altissimos simplismente perfeita. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Bendita cueca, ainda bem que estica e é nova. Fecho levemente a porta assim que ela se acomoda. Vocês podem conversar, hoje, desejo muita alegria, muita alegria mesmo. Mais meia hora depois, ja rindo de algumas piadas e inevitaveis fofocas do meio S&m. Toco a campainha, uma, duas vezes, ela aparece sobre a sacada… DONO???? É um sobrado, como tem vaga pra dois carros, paro o meu la dentro. Chego a porta ela esta enrolada numa toalha. Estava no banho, DONO, não sabia, não ligou, não haviam recados, nossa meninas oiiii. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Sentei no sofá da sala e pedi agua gelada, não sou de ferro, e calças rasgam. Vc tem vinte minutos, como vê suas irmãs estão de gala, vista-se. DONO podemos subir pros retoques??? Podem. Um frenesi se instala, kajiras, mesmo adestradas são barulhentas, mas hoje, estou a mil. Após um século de abre e fecha portas, toc toc de saltos, tira e põe, vai, vai, vai… Estão as minhas três realizaçoes na vida, em nadu. Me recosto no sofá, e aguardo as saudações. DONO, aqui se encontram suas kajiras, prontas para tudo o que desejar, esperando sempre poderem agrada-lo completamente. Não infarto porque sou sagaz, cuido da saude, malho, comidas saudáveis, etc. Buenas, vamos ao restaurante que nos conhecemos, vamos jantar e conversar bastante. Saiu um “EEEEE” como torcida de futebol. E o jantar foi realmente muito agradável. Em dado momento passei a lembrar de como tudo começou, de todos os solavancos, brigas, diz que diz e num diz nada, que era impossivel, que iriam devolver coleira que isso que aquilo, mas enfim, não sem minha tsunami, aki estamos, juntos. O pessoal do restaurante que porventura estava cheio, pirou, pois adquirimos uns habitos, mesmo entre baunis, não economizamos, caricias, beijos, afagos enfim, no baunis, sou o “namorado delas”, acredito que devam estranhar um pouco, afinal são três mulheres e um homem e elas usam coleiras iguais, mas vestidos e cores diferentes, nisso fui voto vencido. Voltamos para o sobrado, por ser o local mais adequado, pelo fato de não termos vizinhos, e um dos quartos, ter sido transformado em minha dungeon particular. Mesmo assim, pego todas as novas peças para serem utilizadas e ordeno que elas as carreguem. Gurias, sonhei com isso, ja faz um bom tempo que venho organizando essa sessão, espero que todas estejam muito bem, pois hoje, desejo me superar. Pretendo ir revezando porem, sem fazer questão alguma de ordem de uso, estejam o tempo todo prontas. Em uma so voz, ouço o mais lindo dos consentimentos, Sim DONO. Rapidamente, amarro minha ruiva punhos e tornozelos em “x” nas costas da coluna, deixando que ela fique de joelhos sobre apoios de tampinhas de garrafa, de modo que, qualquer movimento sempre irá fazer com que tudo acabe doendo, enfio um dildo, com vibrador ligado, numa haste e penetro nela, apoiando no tapete, quanto mais ela se mexer, mais o dildo entra e o joelhos esfolam. Amarro as mãos numa trama de bondage nas costas de minha galega, afim de que não mexa os braços e usando de um suporte no teto puxo-lhe as mãos fazendo com que ela fique curvada, nariz quase nos joelhos, bem incomodo, coloco um pallet sob seus pés e fixo seus dedões nele com parafusos em “U” limitando totalmente qualquer movimento. Para minha morena, amarro seus bicos de seio e usando outro suporte no teto levanto-a qse a deixando nas pontas dos pés, amarro seus pulsos em um de seus tornozelos a deixando apoiada apenas em uma perna. Tendo o cenário quase pronto, verifico se todas estão em suas posições, ja ouço gemidos e murmurios baixos, espero que eles se tornem uma sinfonia muito em breve. Acendo e reservo em uma mesa algumas velas, mas mesmo assim deixo derretendo, numa panela, parafina, em um pequeno fogão de acampamento. Enfim retiro de minha pasta os novos brinquedos. Um flogg de arame farpado, um aparelho sofisticado que permite dar choques eletricos, uma luva de couro com pregos, um chicote de couro cru curtido de 1,50mt, mas que pesa aproximadamente 10kg. Na ruiva de joelhos o aparelho de choques… Na galega curvada, o flogg… Na morena equilibrista o chicote… O que se segue é o uso frenetico de cada aparelho da forma mais intensa em cada uma delas, sem pressa alguma, me deleitando com cada murmurio, respirações sofregadas, suores intensos, tremores, musculos se retesando sem controle. Fazendo uso constante de outros vibradores, arranco de cada uma, orgasmos alucinados, não uma nem duas, mas a quase exaustão de todas… Outros consolos são penetrados em seus anus, trazendo ainda mais agonias. Eu realmente não prestando atenção ao tempo e desejando que o tempo parasse naquela noite, o fundo musical dava o ritmo de cada chicotada. Em dado momento as solto e troco de posição e torno a fazer isso, de forma que todas experimentem tudo de forma igual, sem perderem absolutamente nada do que fazia com cada uma, a seu tempo. O toque final foi um intenso banho a três de parafina…. E, ao término, ja visualizava outras sessões, observando minhas três posses arfando no chão, olhando, ora assustadas, ora contidas, ora devassas, ora entregues, em meus olhos…..

Quinta-feira, 4 de outubro 2012

Vejamos, sou meio antigo, gosto de coisas antigas, falarei como antigamente, tempo em que a PALAVRA de um Homem, lhe bastava como crédito, e se faziam acordos baseados na confiança do fio do bigode. Não que não se cometiam erros, jamais, nem tanto por haver conhecimento publico do caso, mas por que era a Honra que estava em jogo. Naquela visão de mundo, moças de família sequer davam o ar da graça debruçadas em janelas, modo de não dar ao povo o que falar, mas não sou tão antigo assim, li, em noticias garrafais em revistas de moda da época, o lançamento do biquini de duas peças, malfadadas heroínas, pecaminosamente, deixaram a mostra partes intimas de sua anatomia, causo de Delegacia, inumeras foram postas porta a fora por Pais escandalizados com a afronta a dignidade do nome tradicional da família. E estas ainda em desvairio, num bravor pirotécnico, incendiaram sutiãs, aumentando ainda mais a calamidade pública. Vindo já mais pro seculo 20, não querendo eu ocupar espaço a mais que o necessário, também causou escândalo e estardalhaço, quando, desprovidas de qualquer sanidade, mulheres, estas das praias mais badaladas deste PAÍS tropical, ousaram se enfiar em coisas absurdas que deram o nome delicado de fio dental, ainda me causa espanto o nome, sempre pensei que fosse pros dentes, mas…. e os anos se passaram e verão após verão, carnaval após carnaval, as ditas mulheres sempre saiam da sacada da janela, pra por os pés no mundo e abrir novos escandalos, seja a mini-saia ou dançar com o é o tchan. E ja cansado de tantas novidades, sabendo que “elas” pensam o tempo todo em inovar o guarda-roupas, me peguei pensativo, pitando meu cigarrinho de palha, hehe. Mas “intão”, se muié, desde que aquela dona bunita, a tar creopatra, pintou os zóio e ganhou inté uns romano, hoje, dias estes que caminho no mundo, nada mais normá, que elas usarem o que tem nas lojas, uai, e precisa ser modelo pra usar tar ou quar vestido? ou meió, i ci fosse um carro? andá numa ferrari, me faria um shumaki? Ja vi podre honesto e bacana assaltando de terno armani…. intão, será mesmo que é a roupa qui faz a pessoa ou a pessoa que faz a roupa?? E acabei voltando aos anos de chumbo, Guerra Fria, ameaça nuclear, e eis que finalmente homens desbravam o verdadeiro infinito e tascam os pés na Lua, que beleza, uma canção preferia bailarinos, mas foram homens de ferro que conseguiram isso, e viram as estrelas e sonharam com o além, mas por aki, digo aki na “TERRA MESMO”, as coisas não andavam bem, e ainda andam estranhas, mesmo chegando no seculo 21, tendo mulheres em todas as atividades, sabedores de inumeras facetas da gana humana em inovar, e sabendo que não é fácil existir, nos deparamos com visões interessantes que as vezes nos fazem participar dos desvairios, mesmo estando sentado num sofá, apreciando a dança sensual e terrivelmente quente de minha kajira, de botas longas, espartilho, cabelos soltos, um perfume inebriante, toda de preto, produzida pra acabar com minha libido de forma… humm ficou pessoal demais e isso é intimo hehehe…. Que me vejo lendo livros, escritos nos anos 60, sobre uma forma diferente de se viver, de se apreciar a vida, de gozar da vida boa, e gozar muito mesmo, e que incomoda e dilacera tanto. por essas e outras que na sexta feira, chamo umas amigas, todas Dommes e vamos tomar chopp e rir muito do transito, e aproveitar que a vida é curta, e não nos permite perder tempo com besteiras….


Sexta-feira, 15 de junho 2012

STORM

Veio….
Sem avisar, de forma inusitada, terrivel, medonha, arrasadora….
Sem pedir licença, sem querer saber se estava preparado, destruiu tudo ao redor, levou sonhos, esperanças, ilusões de infancia, brincadeiras de criança,
E como é dificil, resgatar um navio emborcado, a deriva, sendo lançado a todas direções pelo mar revolto…..
O céu, escuro, sinistro, a unica luz, é a de raios furiosos, que também podem lhe ceifar a vida….
Por que ficar… lutar pelo que…. agarrar-se em tabuas de arvores mortas… o vento uivando uma canção de lamentos, a agua salgada lhe dando o gosto da morte… um fim que não chega, uma angustia que nunca tem fim, sob seus pés, o oceano profundo e desconhecido, acima um céu sem limites… um torpor, respiração mais que ofegante, suas mãos antes firmes e capacitadas, já não mais conseguem fixar em nada, pernas ageis e flexiveis, não te sustentam…. fechar os olhos e se permitir, sem saber, ir…Sente, bem não sabe, mas sente, ainda o ar lhe penetra os pulmões, não sem lhe causar dor, labios rachados, absolutamente tudo o que se entende como ser, dói.
Cada fibra, cada célula, cada atomo, tudo dói…. enfim viver custa.
Se erguer, como um ato tão corriqueiro, praticado ao longo de toda uma existencia pode se tornar tão complexo, musculos sofridos tentam bravamente soerguer a fronte, e o abrir das pálpebras causa nauseas….
Ainda vive….
Claro, mas onde? E como?
Aos poucos sua mente atordoada vai lhe dando as dimensões de sua real situação…. o pesadelo findou-se, a vida se reinicia, num ponto onde jamais irá discernir se valerá o sacrificio do retorno.
Sinais são claros de saude intacta, fome e sede, embora fraco e debilitado, soerguer-se prosseguir.
Bravamente num sem igual momento unico de esforço, senta-se e aquele momento interminável lhe exauri ainda mais as poucas energias, ainda sem entender os motivos de tanta luta, arrasta-se a uma sombra, que nesse instante lhe dá o prazer que somente cabe aos sobreviventes.
Uma praia se forma e toma assim esse contorno, uns três ou quatro metros o afastam de aguas tranquilas sem ondas, o sol, brando não mais lhe fere a iris e novamente o torpor e a inconsciência.
Ao novamente tomar posse de si mesmo, já uma penumbra o assalta, é noite, tão mansa e calma quanto a ultima visão do dia.
E ela decorre, interminável, até o esplendor de um novo dia. Nada mais lhe resta a não ser ir, em frente, para cima, nem que fosse apenas com os olhos.
Algo para comer e principalmente AGUA, sede insana.
Tremores o acompanham a cada tentativa de movimento, e ao final de uma nova verdadeira batalha, posta-se em pé, como um homem finalmente.
E caí derrotado de joelhos, as lágrimas lhe custariam agua então, resolve não chorar, nem se dar ao luxo de entrar em desespero.
E mais uma vez, se põe de pé, tremulo, vai em direção ao cheiro, nessa altura, tudo tem cheiro, até a areia que range sob seus pés, tudo tem som, até o vai e vem de aguas sem ondas, tudo tem gosto, o seu, de seu sangue que inunda sua boca sem saliva, e inspecionando minusiosamente cada milimetro ao seu redor a encontra…. agua…
Em umas plantas em forma de cone, que não sabe identificar e nem perde um segundo nisso, mas deveria, e se lança, esbaforido, a sugar cada gota abundante do salvador fluído, agua é vida.
E após sugar e beber tudo o que lhe caía as vistas, enverga-se em novas dores intestinais, e se finda o dia.
Consegue passar desta feita uma noite tranquila, o mormaço lhe é agradável, e se recusa a pensar, e sim instintivamente em permanecer vivo.
Já ciente do perimetro onde recide a dias e tento demarcado onde passar as noite que viriam, cria coragem para desbravar o local onde está, a cada dia, estes marcados com riscos num tronco, avança mais e mais. Já lhe é familiar a peculiar reserva de alimentos solidos que consistem em um tipo de folha, alguns frutos também desconhecidos, crustáceos ainda vivos, e peixes, todos lhe custaram dores intestinais, absolutamente tudo lhe é pesado e pesaroso. As tentativas vãs de iniciar fogo, custaram-lhe dias, suas vestes nada mais são que trapos. E os riscos que, desde que retomou posse e controle de si, ja se somavam mais de cento e cinquenta.
Resolve agora mais forte e resistente, subir o monte de maior envergadura, a fim de ampliar seu campo de visão e ter uma melhor ideia de seu novo mundo. Suprimentos armazenados em bolsas de mata e cipós, mais três riscos são necessarios até o cume. Após um longo descanso, sobe em uma arvore e faz o giro de reconhecimento, de um lado sim, o horizonte do mar, nada lhe trás de paz ao coração, e iniciando um reconhecimento por terra via ponta do litoral, uma cena lhe paraliza a alma.
Fumaça.

continuo…..


Sexta-feira, 15 de junho 2012

STORM

Veio….
Sem avisar, de forma inusitada, terrivel, medonha, arrasadora….
Sem pedir licença, sem querer saber se estava preparado, destruiu tudo ao redor, levou sonhos, esperanças, ilusões de infancia, brincadeiras de criança,
E como é dificil, resgatar um navio emborcado, a deriva, sendo lançado a todas direções pelo mar revolto…..
O céu, escuro, sinistro, a unica luz, é a de raios furiosos, que também podem lhe ceifar a vida….
Por que ficar… lutar pelo que…. agarrar-se em tabuas de arvores mortas… o vento uivando uma canção de lamentos, a agua salgada lhe dando o gosto da morte… um fim que não chega, uma angustia que nunca tem fim, sob seus pés, o oceano profundo e desconhecido, acima um céu sem limites… um torpor, respiração mais que ofegante, suas mãos antes firmes e capacitadas, já não mais conseguem fixar em nada, pernas ageis e flexiveis, não te sustentam…. fechar os olhos e se permitir, sem saber, ir…Sente, bem não sabe, mas sente, ainda o ar lhe penetra os pulmões, não sem lhe causar dor, labios rachados, absolutamente tudo o que se entende como ser, dói.
Cada fibra, cada célula, cada atomo, tudo dói…. enfim viver custa.
Se erguer, como um ato tão corriqueiro, praticado ao longo de toda uma existencia pode se tornar tão complexo, musculos sofridos tentam bravamente soerguer a fronte, e o abrir das pálpebras causa nauseas….
Ainda vive….
Claro, mas onde? E como?
Aos poucos sua mente atordoada vai lhe dando as dimensões de sua real situação…. o pesadelo findou-se, a vida se reinicia, num ponto onde jamais irá discernir se valerá o sacrificio do retorno.
Sinais são claros de saude intacta, fome e sede, embora fraco e debilitado, soerguer-se prosseguir.
Bravamente num sem igual momento unico de esforço, senta-se e aquele momento interminável lhe exauri ainda mais as poucas energias, ainda sem entender os motivos de tanta luta, arrasta-se a uma sombra, que nesse instante lhe dá o prazer que somente cabe aos sobreviventes.
Uma praia se forma e toma assim esse contorno, uns três ou quatro metros o afastam de aguas tranquilas sem ondas, o sol, brando não mais lhe fere a iris e novamente o torpor e a inconsciência.
Ao novamente tomar posse de si mesmo, já uma penumbra o assalta, é noite, tão mansa e calma quanto a ultima visão do dia.
E ela decorre, interminável, até o esplendor de um novo dia. Nada mais lhe resta a não ser ir, em frente, para cima, nem que fosse apenas com os olhos.
Algo para comer e principalmente AGUA, sede insana.
Tremores o acompanham a cada tentativa de movimento, e ao final de uma nova verdadeira batalha, posta-se em pé, como um homem finalmente.
E caí derrotado de joelhos, as lágrimas lhe custariam agua então, resolve não chorar, nem se dar ao luxo de entrar em desespero.
E mais uma vez, se põe de pé, tremulo, vai em direção ao cheiro, nessa altura, tudo tem cheiro, até a areia que range sob seus pés, tudo tem som, até o vai e vem de aguas sem ondas, tudo tem gosto, o seu, de seu sangue que inunda sua boca sem saliva, e inspecionando minusiosamente cada milimetro ao seu redor a encontra…. agua…
Em umas plantas em forma de cone, que não sabe identificar e nem perde um segundo nisso, mas deveria, e se lança, esbaforido, a sugar cada gota abundante do salvador fluído, agua é vida.
E após sugar e beber tudo o que lhe caía as vistas, enverga-se em novas dores intestinais, e se finda o dia.
Consegue passar desta feita uma noite tranquila, o mormaço lhe é agradável, e se recusa a pensar, e sim instintivamente em permanecer vivo.
Já ciente do perimetro onde recide a dias e tento demarcado onde passar as noite que viriam, cria coragem para desbravar o local onde está, a cada dia, estes marcados com riscos num tronco, avança mais e mais. Já lhe é familiar a peculiar reserva de alimentos solidos que consistem em um tipo de folha, alguns frutos também desconhecidos, crustáceos ainda vivos, e peixes, todos lhe custaram dores intestinais, absolutamente tudo lhe é pesado e pesaroso. As tentativas vãs de iniciar fogo, custaram-lhe dias, suas vestes nada mais são que trapos. E os riscos que, desde que retomou posse e controle de si, ja se somavam mais de cento e cinquenta.
Resolve agora mais forte e resistente, subir o monte de maior envergadura, a fim de ampliar seu campo de visão e ter uma melhor ideia de seu novo mundo. Suprimentos armazenados em bolsas de mata e cipós, mais três riscos são necessarios até o cume. Após um longo descanso, sobe em uma arvore e faz o giro de reconhecimento, de um lado sim, o horizonte do mar, nada lhe trás de paz ao coração, e iniciando um reconhecimento por terra via ponta do litoral, uma cena lhe paraliza a alma.
Fumaça.

continuo…..


Segunda-feira, 11 de junho 2012

CAPCACINOIDE

Olá meu diário de bordo, de tempos em tempos vc é o cara…. dizem que homens não escrevem nem tem diários, creio não conhecem os poetas, os musicos, os artistas, os marinheiros….. Meus sinais “…….” podem significar muita coisa ou muitas vezes nada, na maioria significam que estou pensando e que não vale a pena comentar o que pensei….. E como ja me conscientizei disso, meu diário de bordo é nerd. Sou Goreano, ha literatura sobre isso… Sou sádico, gosto de causar dor controlada em sessões S&m…. Sou corintiano, dispensa apresentações \o/. E uso esse espaço pra divagar comigo mesmo…. Esse dias foram fodasticos…. incrivel como mesmo após anos fazendo algo expecifico, ainda se tem o que aprender, VIVAS \O/, sempre fui a favor do não se sabe tudo jamais. Tive um dezembro preto em minha vida… e a ressaca da tempestade ainda causa danos… danos incrivelmente reais… que me atormentam, ficam azucrinando meu pensar e me paro as vezes muitas vezes me perguntando o porque simplesmente num dou um simples FODA-SE a tudo isso e sigo navegando calmamente como sempre fiz. Tenho objetivos claros nessa minha vida S&m goreana, desejo um 24×7, voltar a viver no mar, e voltar a ter uma masoquista a minha total disposição, uma mulher que tope minhas insanidades e não são poucas. A maior e mais complicada delas pelo que estou ruminando é uma masoquista que venha no pacote, ser aberta a sentimentos pessoais…. masoquistas são internas, ela deseja a dor pra ela, não descartam se autoafligir, mas apreciam um parceiro que as torture, de verdade e pra valer….. Quero algo além disso…. Ouvi dizer em T.P.E, li algo a respeito e gostei, é algo nesse sentido, mas, mais profundo, não desejo apenas o sangrar da pele…. desejo o desesperar do coração… o enlouquecer da angustia, o descontrolar dos neuronios…. To vendo que vai ser utopico, mas desejo tudo, uma maso por fora e principalmente por dentro…. E ja ouvi expressões como maridono ou donorado, ambos tem lá suas razões de ser , respeito, mas no meu caso, havera hemorragia, haverá hematomas, vou me esforçar nesse sentido, buscar meios e recursos e enfim, um arsenal se for necessário pra esse fim…. Mas por dentro é algo complicado….. Dominação psicológica… interessante o termo, ja li tbem, em manuais de tortura militares, mas eles não abrangem a questão do, amanhã iremos acordar juntos e temos contas a pagar…. os cachorros pra cuidar e como toda boa maso, gatos tbem querendo atenção…. Café, almoço, janta, cinema, opera…. uma maso que se emocionou numa opera…. Sinto que perdi algo nessa tempestade…. meu ego ultra inflado e vaidade suprema me dizem isso, embora tenha conquistado tbém, consegui após dias de ruminação a beira mar, entender o que realmente desejo…. e confesso que não sabia… Meu relacionamento, embora intenso em praticas com j, sempre me deixou uma lacuna. E submissas vão até um determinado ponto que eu não conseguia ultrapassar pois é da natureza delas, submissão completa mas, limites clarissimos qto a dor, embora se esforcem de vdd em busca de superação…. E GOR onde a submissão é natural, onde as coisas ocorrem de forma gradual e disciplinada encontrei muito do que me dá tesão…. e essa busca de anos….. anos mesmo…. hj entendendo que eu nem sabia direito o que buscava, sinto que algo me passou de soslaio, eu não me atinei, sabe, perder o penalte na final da copa do mundo? Alguns definem nesse lance, outros o usam como trampolim, usarei isso, essa experiencia como trampolim…. E me pergunto, reconhecer que algo poderia dar certo e sentir que perdeu, é fraquesa retornar e tentar novamente ou aprender com o erro e fazer algo novo usando o mesmo….. Fazem isso com a agua…. mesmo a que saem da fossa, é recolocada em garrafas de agua mineral, e pagam horrores por isso :). Por que não posso adimitir a mim mesmo que tbem estou num processo de evolução e buscando chegar no meu melhor e ideal….. E entender que uma D/s onde exista sentimento profundo é uma espada de dois cumes, não uma katana.