Autor: <span class="vcard">babidAramitz_HA</span>

BRACELETS

Por babi{HA}

Explicação: Comando, que pode ser dado em qualquer posição. As mãos nas costas sendo os pulsos cruzados na parte inferior das costas para serem unidos por algo, geralmente pulseiras ou braceletes escravos, fortes e resistentes para que a kajira não escape. Cabeça erguida sempre mostrando orgulho pela sua posição.

Forma de uso: Comumente e usada para amarrar os pulsos da Kajira, com correntes ou braceletes escravos ou cordas ou o que o Master quiser usar para prender a escrava. Devota submissão e poder do Master sobre a escrava.

Citação: 

“Bracelets!” I said in Gorean, harshly. The girl snapped to position, hands behind the small of her back, head lifted, chin up, turned to the left. In such a posture she may be conveniently put in bracelets, and leashed.

Book 10, Tribesmenof Gor.

“Bracellets,” Ho-Sorl shouted suddenly Phyllis threw her wrists behind her back, threw her head back and turned the same to one side, the instant response of a trained girl.”

Livro 5, Assassin of Gor.

Tradução:  

“Bracelets!” Eu disse em Goreano, com dureza. A menina aproximou-se da posição, as mãos para trás na parte inferior das costas, a cabeça erguida, o queixo, virou-se para a esquerda. Em tal postura, ela pode ser convenientemente colocada em pulseiras e amarrada.

Livro 10, Tribesmen of Gor

“Bracellets” gritou Ho-Sorl de repente Phyllis lançou seus pulsos atrás das costas, jogou a cabeça para trás e virano a mesma para um lado, a resposta instantânea de uma garota treinada.”

Livro 5, Assassin of Gor.

Mãos cruzadas, rente ao final das costas.


Rito de escravidão de Tharna

Por babi{HA}

Algumas partes dos livros, emocionam uma kajira, outras a fazem chorar. E comum em Gor principalmente as castas baixas, que não tem acesso a leitura ou ao segundo conhecimento guardar suas memorias em forma de musicas e cantigas, ou até mesmo sobre formas de poemas, guardados de memoria em memoria.Vemos essas informações em muitos momentos e passagens dos livros. Vou deixar aqui uma citação em forma rito que me encanta,

 

Quando vemos nossos momentos de entrega no inicio da entrega com total certeza choramos.

“Weep, Free Maiden.

Remember your pride and weep.

Remember your laughter and weep.

Remember you were my enemy and weep.

Now you are my helpless captive.

Remember you stood against me.

Now you lie at my feet.

I have bound you with yellow cords.

I have placed you on the scarlet rug.

Thus by the laws of Tharna do I claim you.

Remember you were free.

Know now you are my slave.

Weep, Slave Girl”

Outlaw of  Gor

Tradução:

“Chore, livre donzela.

Lembre-se do seu orgulho e chore.

Lembre-se do seu riso e chore.

Lembre-se de que você era minha inimiga e chora.

Agora você é meu cativa indefesa.

Lembre-se que você estava contra mim.

Agora você está aos meus pés.

Eu te amarrei com cordões amarelos.

Eu coloquei você no tapete escarlate.

Assim, pelas leis de Tharna,

eu reivindico você.

Lembre-se que você estava livre.

Agora saiba que você é minha escrava.

Chore, escrava”

Outlaw of gor

 


O peso do ser

Por babi{HA}

Quando alguém me pergunta o que é ser kajira, eu sempre respondo:

-é seguir a filosofia Goreana.

Mas ninguém nunca me perguntou em nenhuma das minhas entrevistas ou nos grupos, qual é o peso de ser kajira. Ou o que me acarreta psicologicamente é fisicamente a minha decisão.
Ser uma kajirae é belo, e resplandecente, vai trazer feminilidade, amor próprio, resiliência.
No livro a Insustentável leveza do ser livro publicado em 1984 por Milan Kundera. Existe um trecho que com toda a certeza o ponto ápice do livro que faz refletir se toda a beleza é leve:

https://amenteemaravilhosa.com.br/nao-fardo-destroi-sim-como-carrega/

Mas, na verdade, será o peso atroz e a leveza bela?
O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas,
na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o
fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo
tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto
mais pesado
for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e
verdadeira é.
Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne
mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o  semi real e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.
Que escolher, então? O peso ou a leveza?”

Então ser kajira é belo, porém, vai também trazer-te um fardo, um fardo que nem todo o ser humano pode ser capaz de carregar. E para cada um, o fardo vem de uma forma. E o fardo é esmagador ao ponto de você estar se esfregando na lama pra carregar é sorrindo, por que é isso que se espera de uma kajira, que você esteja sempre com um sorriso no rosto mesmo que por dentro você esteja na lama.
E pra cada kajira o fardo vem de uma forma. Os fatos têm um peso e cada fato com peso diferente. Existe o fardo de que nem todas as kajirae são amadas pelos Masters, o que pode até ser bom se você conseguir lidar com esse fato. E tentar não amar, o que eu especificamente não acredito, tendo em vista que sem amor (não amor romântico estilo baunilha, porém, sim amor de D/s), não se consegue carregar o fardo.

Para outras o fardo vem com nome de escravas do mesmo Dono, aqui você pode dizer “Há, mas você sabia que isso aconteceria” saber, todo o mundo sabe, na teoria, na prática, nem sempre é fácil lidar com isso, na verdade, eu acredito que só vai ser fácil se você se apaixonar pela escrava do seu Dono, o que nem sempre acontece, É muito importante, e uma obrigação do Master não deixar com que a escrava se sinta única, a partir do momento que ela se sentir única as coisas tendem a serem piores para o entrosamento é relacionamento das escravas.

Para outras o sexo é o fardo. As vezes existem momentos coletivos, e talvez ver o Master com outras escravas, seja seu fardo. E assim sucessivamente cada uma vai ter um fardo.
Então, temos que compreender fatos, após entender o que é ser uma kajira é entender eu estou preparada para o peso do ser? Pronta para o fardo que eu vou carregar?
Outro ponto muito importante para abordar, é que como cada um tem um fardo, entender o fardo das

outras pessoas pode, ser um problema, ter resiliência o suficiente para se colocar no lugar do outro ao ponto de entender que o seu fardo não é igual ao da outra pessoa, é que talvez o que para a sua mente seja extremamente leve, não é igual para outras pessoas.
O peso pode doer, mas talvez a leveza ajude-te a continuar. E ai vai de cada um entender se o fardo é muito grande pra carregar ou se você é um goreano que nunca desisti de uma batalha a não ser que seja morto.

NADU

Por babi{HA}.

Essa  é a  posição mais famosa do mundo goreano, é acredito eu que a mais usada no dia a dia da terra, já que servimos sobre os joelhos.

“She swiftly turned, facing him, and dropped
to her knees. She knelt back on her heels,
her back straight, her hands on her thighs,
her head up, her knees wide. It was the
position of the pleasure s
lave[…]”

Tradução:

“Ela virou-se rapidamente, de frente para ele, e caiu
de joelhos. Ela se ajoelhou em seus calcanhares,
as costas retas, as mãos nas coxas,
a cabeça erguida, os joelhos bem abertos. Foi o
posição do escravo do prazer.[…]”
Explorers of Gor.

Entretanto existem outras citações é aí deixo a cargo de quem se sentir interessado em buscar.

A explicação da posição:

Se ajoelhar denota toda a devoção que a kajira tem pelo seu Master, porém temos que ver que na contra terra é comum estar nos joelhos para uma mulher. As mãos na coxa viradas com as palmas pra cima além de contar entrega ,tem a ver com entrega sexual ,e realmente dizer que está preparada pra ser usada sexualmente. Essa é uma posição de escrava do prazer. A cabeça deve estar erguida trazendo todo orgulho da sua posição, e os olhos baixos trazer a submissão. Você abre as pernas o suficiente para que sua vagina fique com os grandes lábios abertos, sendo assim você fica completamente exposta e vulnerável ao Master.

a posição está correta, o rosto não fica lateralizado porém e o modo mais simples de se esconder a face em uma foto.

 

 

 

 

 

 


Motivações de uma kajira

O discurso de motivação é empregado em todas as empresas conhecidas, fala-se realmente muito em como deixar o colaborador motivado para que ele alcance as metas daquela corporação, usa-se muito o fator “bonificação ” ou “prêmio ” para se alcançar as metas da corporação.

É o que isso tem a ver com ser kajira?
Uma kajira dentro de Alkania é uma escrava que obedece as ordens do seu Master.
Podemos fazer uma Metáfora com a empresa.

Alkania seria a corporação.
As Casas os departamentos
Os Master os chefes de cada departamento.
E as Kajirae ? Elas são as colaboradoras. A linha de montagem.

Pensando por esse ângulo, o que acontece em um departamento onde um funcionário está desmotivado é não vai trabalhar? Ou não faz seu serviço direito? Ou quebra as regras, faz fofoca, traz intriga?
O departamento vai afundando lentamente. É Trás prejuízo para corporação, pois não está alcançado as metas.
Dentro de uma empresa é muito mais fácil mandar esse colaborador embora. Por que re-motivar um colaborador não é para qualquer um. Não e fácil, e um trabalho de formiguinha, Um ponto por vez, um dia por vez. Um passo por vez.
Tenho como tese dois tipos de motivação.

  1. Motivação para ser.
  2. Motivação para continuar a ser.

Quais são os motivos de uma mulher a querer a ser uma Kajira. Pode ser dentre eles:

-Ser você mesma
-Ser submissa (como personalidade é não como Papel)
-Poder expressar sentimentos
-Sensações únicas na vida
-Ser livre
-Ser de um Master, um Dono
-Viver para servir
-Participar de Serves
-Se encontrar

Enfim, cada mulher vai ter seus próprios motivos para seguir o caminho de ser uma kajira. Então se decide que vai seguir esse caminho e o que te traz motivação a isso?
Aqui entra os dois fatores motivacionais.
Quando não se conhece ainda, não se serviu ainda se tem:

-Motivação para ser, onde tudo é novo é parece perfeito. Onde o Bônus parece muito maior que o Ônus. Nesse momento você é a Kajira perfeita, não tem erros, não tem falhas, se eximia ser perfeita, como quando se acaba de entrar em uma empresa.

Mas, o tempo passa, é a empresa pode ou não ser o que você imaginou ou te pintaram no momento da entrevista.
Assim temos então

-Motivação para continuar a ser, nesse momento você já conhece a empresa, ou a Casa, é já sabe as coisas boas e ruins. E nem sempre o bom vai ser o que impera.

Nesse sentindo vale enxergar que uma lista de ônus e bônus e sempre e bem-vinda. Aprender a se reinventar e a viver de formar plena vai trazer uma quantidade de bônus maior que ônus. Viver o que se tem, vai trazer mais bônus do que sonhar com um Master monogâmico por exemplo. Agradecer vai ser melhor que reclamar, e outras coisas instintivas para felicidade que se emprega em qualquer relação.
Ser motivada a continuar em uma relação não vai existir, nenhum Master vai mudar algo para você ficar é se mudar você não vai ficar por que ele perdeu a força. As kajirae sentam em cima de homens fracos.

Então a maior motivação para estar em uma relação Goreana é o servir de todas as formas como mulher e escrava.

Escrito por babi{HA}


O Café

O café é uma das grandes bebidas da humanidade. Seu início se deu conforme alguns estudiosos nos monastérios do Yêmen. Quando o café chegou na Europa, era conhecido como Vinho da Arábia. E em GOR e conhecido como Black Wine.

Conforme o IBGE, o Brasil se coloco no segundo lugar do ranking mundial de consumo de café, perdendo apenas para os EUA. Aqui saímos bem do consumo médio por casa, que é de aproximadamente 2,5kg por habitante.

O Café é um dos símbolos da aristocracia e crescimento do fortalecimento econômico do Brasil mas é também o símbolo da Casa de Master Henri. E nada pode explicar a sensação de um bom café ao pés do Master. Esse que já foi o símbolo de riqueza e monarquia. E o símbolo que carrego na coleira, representando toda paixão é calor que existe dentro dessa casa que faço parte.

Nos livros Goreanos temos o vinho negro, deixo uma breve explicação sobre ele encontrada nos livros.

Esta bebida é como o café, feita de um grão cultivado na cidade montanhosa de Thentis. É muito forte e amargo. É tradicionalmente servido muito quente, com  açúcares amarelos ou brancos e leite, em pequenas tigelas.

Outros açúcares, especiarias e cremes também podem ser servidos com ele. As tigelas podem ter pequenas alças ou não. Em alguns aspectos, é como o café expresso. Nas cidade próximas ao rio Vosk e algumas cidades do norte, a frase “segundo escravo” indica que vocês não quer creme ou açúcares  no seu Vinho Negro. Isso vem do costume que em algumas regiões duas kajiras servem o Vinho Negro.

A primeira kajira é responsável por limpar as tigelas, pegá-las e de ver que a bebida é preparada de acordo com o gosto de seu senhor. A segunda kajira apenas serve o Vinho Negro. Em algumas regiões, há maneiras mais formais para servir o Vinho Negro, tais como na região do Tahari. Thentis não comercializa o grão para fazer esta bebida. Em Thentis, é comum ser servido nas casas das castas altas. É um luxo caro fora da região de Thentis, acessível  a apenas os mais ricos. A maioria das Tavernas de Paga não servem Vinho Negro devido a sua raridade e custo elevado.