Categoria: Alkania

O Café

O café é uma das grandes bebidas da humanidade. Seu início se deu conforme alguns estudiosos nos monastérios do Yêmen. Quando o café chegou na Europa, era conhecido como Vinho da Arábia. E em GOR e conhecido como Black Wine.

Conforme o IBGE, o Brasil se coloco no segundo lugar do ranking mundial de consumo de café, perdendo apenas para os EUA. Aqui saímos bem do consumo médio por casa, que é de aproximadamente 2,5kg por habitante.

O Café é um dos símbolos da aristocracia e crescimento do fortalecimento econômico do Brasil mas é também o símbolo da Casa de Master Henri. E nada pode explicar a sensação de um bom café ao pés do Master. Esse que já foi o símbolo de riqueza e monarquia. E o símbolo que carrego na coleira, representando toda paixão é calor que existe dentro dessa casa que faço parte.

Nos livros Goreanos temos o vinho negro, deixo uma breve explicação sobre ele encontrada nos livros.

Esta bebida é como o café, feita de um grão cultivado na cidade montanhosa de Thentis. É muito forte e amargo. É tradicionalmente servido muito quente, com  açúcares amarelos ou brancos e leite, em pequenas tigelas.

Outros açúcares, especiarias e cremes também podem ser servidos com ele. As tigelas podem ter pequenas alças ou não. Em alguns aspectos, é como o café expresso. Nas cidade próximas ao rio Vosk e algumas cidades do norte, a frase “segundo escravo” indica que vocês não quer creme ou açúcares  no seu Vinho Negro. Isso vem do costume que em algumas regiões duas kajiras servem o Vinho Negro.

A primeira kajira é responsável por limpar as tigelas, pegá-las e de ver que a bebida é preparada de acordo com o gosto de seu senhor. A segunda kajira apenas serve o Vinho Negro. Em algumas regiões, há maneiras mais formais para servir o Vinho Negro, tais como na região do Tahari. Thentis não comercializa o grão para fazer esta bebida. Em Thentis, é comum ser servido nas casas das castas altas. É um luxo caro fora da região de Thentis, acessível  a apenas os mais ricos. A maioria das Tavernas de Paga não servem Vinho Negro devido a sua raridade e custo elevado.


Abril de 2019

Por amy{HYDE}

  Mês de abril para cidade de Alkania é sempre muito esperado e talvez até o preferido de muitas kajirae. Isso porque é o mês em que se comemora “The Alkanian Fair of En’Kara”. Em homenagem, Alkania viajou para fazer o Serve em um ambiente diferente. Dessa vez o local escolhido foi São Tomé das Letras – Minas Gerais, uma cidade mística com várias opções de cachoeiras, grutas, trilhas e muita área verde, além de ter uma energia maravilhosa. Fechamos uma pousada para todos se sentirem mais à vontade e realizamos o primeiro Serve á luz da fogueira. Em uma atmosfera perfeita, rústica e em total sintonia com o local, a natureza e tudo que a cerca.  

   Outro motivo que faz o mês de abril tão especial é a cerimônia de lava pés, uma cerimônia linda e cheia de entrega, onde as Kajirae se preparam com antecedência, sempre pensando nos mínimos detalhes para que tudo de certo.

babi{HA}, amy{HYDE}, ingrid_CSoGbabi{HA}, amy{HYDE}, ingrid_CSoG
amy{HYDE}, maytê{CSoG}, ingrid_CSoG

Depois, as interações continuaram com a vivência entre todos, parte em que os integrantes aproveitam para trocar boas conversas sobre os mais variados assuntos.

Aguardamos ansiosamente pela próxima cerimônia de lava-pés.

Até mais


Março de 2019

Por maytê{CSoG}

Em março, tivemos a passagem de silk da kajira ingrid, que passou a ser posse do Master Christian Sword e a usar o seu sufixo no nome (ingrid_CSoG). E no Serve de Talender Hills ela o serviu pela primeira vez como gray silk, momento de muita felicidade para ambos, a quem desejamos uma profícua D/s.
Tivemos também a visita de um convidado, o que é sempre motivo de comemoração pela Cidade, que recebe a todos com muita hospitalidade.
As comidas e os doces estavam muito saborosos e a noite se desenrolou com ótimos papos, como sempre.


Serve de Fevereiro 23/02/2019

Por maytê{CSoG}

   As comemorações do Serve de fevereiro foram intensas. Não bastasse as emoções que todos os Serves trazem, sendo cada um diferente do outro, neste aconteceu o encoleiramento da kajira, até então conhecida como mah_CSoG. Foi um belíssimo momento em que pudemos compartillhar toda a graça e a força da mulher que deixou de ser livre para ser escrava, passando ela a se chamar maytê{CSoG}, por vontade de seu Senhor, momento que a fez derramar lágrimas de felicidade. Desejamos parabéns ao Dono dela, Master Christian Sword, que a conduziu até esse momento e fazemos votos de que seja uma relação próspera e duradoura.

   A noite teve ainda mais motivos de celebração com o aniversário do Master Hyde, a quem cumprimentamos e desejamos vida longa.

E parabéns a todos os membros de Alkania pela presença e entusiasmo.

kajira maytê{CSoG} em nadu no círculo do seu encoleiramento

 

 


Maison Du Bearn

Abro aqui as portas da minha Casa a aqueles de bom coração e honrados que queiram conhecer a minha caminhada, de passos curtos porém firmes, em minha trajetória por GOR e Alkania.

Sou Master Henri d’Aramitz, Goreano , nascido em São Paulo, membro da cidade de Alkania, pertencente à


Cuscuz paulista

INGREDIENTES

1 xícara de chá de óleo
2 cebolas picadas
4 dentes de alho picados
6 tomates picados
250 g de vagem cozida picada
1 cenoura grande cozida picada
1 lata de ervilha
1 lata de atum
1 xícara de chá de farinha de mandioca
farinha de milho amarela
sal a gosto
cheiro verde
azeitonas
ovos cozidos

PREPARO

Frite os temperos e legumes no óleo e coloque o atum. Misture as farinhas com o cheiro verde e junte o recheio que está no fogo. Untar uma forma e ir colocando aos poucos comprimindo com uma colher.


Sabado, 20 de março de 2010

unas brejas a más……

hoje to feliz, na vdd as coisas não andam bem em inumeros aspectos, mas to feliz assim mesmo, vivo numa tsunami, entonces vou vivendo, me questionava a pouco sobre coisas que me veem a mente em noites assim.
Hoje estou sozinho.
Sou um Sádico, existem locais onde encontraria masos, claro, ou submissas etc, mas passei um bom tempo vendo filmes antigos mas muito bons, e num chat divertido.
Tomei umas três ou quatro cervejas. e aki me encontro.
Uma questão.
Vivi um bom tempo com “j”, não era, nunca foi, e jamais pensamos em 24/7, casamento, filhos, enfim, sim tinhamos sonhos claro, alguns juntos, outros….. mas o que me recordo era de certa frieza na nossa relação ou seja, era apenas e tão somente sexo.
Hoje vejo e converso com amigos Top´s que declaram abertamente que ‘amam’ suas sub´s, ou discretamente dizem, “gosto dela”, e me pergunto o tempo todo, e Eu? gostei, gosto vou gostar? Tenho uma relação legal com uma guria, a Deia, gosto pacas dela, ta sempre presente é uma Guerreira, mas é praticamente no virtual que vivemos, no real, tive inumeras sessões avulsas, que hoje considero um certo absurdo, pois, é fácil, acabou, blz, sigo o meu, tu segue o seu, mas….kkkkkkk, não ta dando nem pra pensar nisso agora, to vendo rostos em minha frente, olhares, sorrisos, histórias que poderiam surtir tantas coisas boas, tanto enriquecimento, até brigas ou discussões, sempre se aprende algo nisso.
Minha completa falta de disciplina nisso me gerou apelidos claro, o bonitinho é dom galinha, ou papa coleira, cacete, isso nunca me incomodou, mas agora me faz refletir, essas pessoas, essas mulheres, vieram até mim, com expectativas, talvez sonhos, enfim, e o que receberam…….uma trepada mais quente, com certeza. mas era só isso? Pensava nesta linha, bom, usamo-nos os dois, ela teve o que queria e Eu fiz o que queria, cabou-se, fim de conversa, proxima.
Isso está me incomodando, deixei recados em todo canto, que iria me afastar de tudo,kkkkkkk, mas como, não se deixa de ser você mesmo, sou assim, me fiz assim, num digo que tô em crise, digo que estou, neste momento refletindo, meditando, aprendendo, evoluindo, escrevendo o que penso, tenho como melhor me avaliar, uma sub me disse certa vez e bem a pouco tempo, ” vc não é Goreano, nem Dom”, me perguntei, atá, e agora tenho q dar satisfações de como sou, ou do que faço? Ocorre que relendo os motivos disso, ví que estava defendendo uma pessoa, e pelo que escrevi, se outro tivesse lendo diria, ué, ele ta defendendo a mulher que ama, mas aí e aí, neste ponto, Eu realmente amei? Afinal ouço, sempre ouvi, histórias sobre amor, temas contos, atitudes heróicas, faz-se isso, faz-se aquilo, no fritar dos ovos, não, nunca me vi fazendo nada que possa se dizer, é um ato de amor ou é por amor, tenho dificuldades em entender isso, sim tenho afinidades, laços etc. Mas dai a dizer que moveria montanhas num dá.

pois é……enfim,…..o que realmente é isso de….. amar alguém………


Sexta-Feira, 19 de março de 2010

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

É de rir, mesmo de se perder a sanidade o que ocorre comigo normalmente, meus dias são assim, todos eles, anos após anos, talvez por isso eu seja tranquilo.
Já tive meus dias de idealismo absoluto, qdo fui um cara deveras mau mesmo, intolerante, absolutista, fechado, cheio de razão, kkkkkkkkkkkkkk, outro dia, levei uma multa dum cara assim, o monólogo dele pra justificar a autuação era ” ta certo isso?? ta certo isso??”, qdo me recordo que fiz parte da mesma corporação me dá calafrios, céus, era essa mesma a vertente correta, “num estudô deu no que deu”, como explicativa pro mais bx escalão dos funcionários públicos, afff, mas são lembranças, ruins mas fazem parte de mim.
Não pretendo, nem quero fazer deste local, um catálogo, de minhas memórias, gesssusss, iria ser um saco, nem tampouco vou encher as lacunas com imagens de sub´s de beleza impares em momentos fantásticos, isso na vida real no dia a dia não ocorre.
Vou relatando o que vivo, as vezes mencionando pelo que já vivi, e assim, depositando ao vento o sabor de minhas vivências, marcando assim meu espaço, deixando claro que Eu estive por aki.
Não fui, não sou, não serei mais um na história. KKKKKK só eu pra rir de mim mesmo.
Lí hoje o que minha ex postou no blog dela, e pela primeira vez, me peguei pensando, nunca fui muito de ligar pra essas coisas, não deu, dane-se, içar ancoras, arriar as velas e barco ao mar, mas desta feita algo mudou pra valer em mim, seja pela forma como vivi esses poucos dias com ela, seja pela forma como tudo ocorreu, dessa vez, senti algo diferente.
serena, não é serena, é irriquieta, briguenta, ativa e agitada, chegou neste mundo sem entender quase nada mas com muita disposição, me ví numa situação bem legal, que era ter alguém realmente nova neste meio, ja tão carregado de tantos e tantos percausos, gente que, to nisso há 5,10,15,50 anos, porisso sou assim, qse sem tesão nem no que fala nem no que vive, e serena veio com sede, tive a oportunidade de rever como baunilhas pensam, fazem e reagem, muito bom, ja havia me esquecido de muita coisa.
Questionadora nata, me fez rever uns trecos que há tempos estavam me remoendo e eu deixando as marolas irem dispersando ao vento.
Vejamos:


Domingo, 10 de fereveiro 2013

CINZA…..

E mais uma vez, a nuvem sem cor, sem brilho e sem vida, paira sobre toda a cidade. Mas desta feita, algo de diferente a acompanha,onde sua sombra toca, tudo toma a mesma tonalidade, a mesma cor, fria e sem vida…. cinza. Como se absolutamente tudo perde-se a graça, a vontade, a beleza, mesmo as flores, mesmo as aves, mesmo a vida. Todos, cabisbaixos, andam uniformes na mesmissima direção, sem rumo, sem fim,sem razão. E tudo porque querem, assim o desejam, assim o fazem, de livre e espontanea vontade, determinaram a sí mesmos, todos, que se mutilariam e se castrariam e seriam todos, uma coisa só. Sem vontade, sem aspirações, sem desejos, sem ideias, sequer iriam mais usar suas mentes. E tudo começou de uma maneira ingenua, o fim, sim teve um começo. Uns queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. Outros, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os mais velhos, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os mais novos, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os que acabaram de chegar, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. E os que vieram apenas ver, queriam q tudo fosse colorido, feliz, alegre, natural e verdadeiro. Mas pra uns isso era vermelho Mas pra uns isso era azul; Mas pra uns isso era vinho; Mas pra uns isso era branco; Mas pra uns isso era preto; Mas pra uns isso era transparente….. E se diziam… Sim isso aqui, o que nós temos, fazemos, entendemos, criamos e vivemos, é o que há de melhor. Olha, é nesta posição, e desta maneira, a unica forma que sabemos ser a melhor, de você penetrar em uma submissa, seja ela quem for…. E era o mesmo para se usar um chicote… E era o mesmo para se usar cordas… E era o mesmo para se usar velas… E derrepente, isso, se tornou em guetos, e esses guetos se tornaram tribos, e essas tribos, brigaram entre sí. E não houve ganhadores, nem vencedores, nem sorriros. E todos fizeram e dançaram suas danças de guerra. E prepararam suas flexas, e esticaram seus arcos… E levaram seus escudos… Mas absolutamente, inexoravelmente, inexplicavelmente, todas as armas……. eram iguais. E todo sangue derramado….. era vermelho. E toda morte….. era o fim. Por quanto tempo isso durou? Nem os “uns”, sabiam; Nem os velhos, sabiam; Nem os novos sabiam; Nem os que acabaram de chegar, sabiam; Nem os que vieram ver, sabiam; E tudo ficou cinza…


Quinta-feira, 20 de dezembro 2012

POSSE

Mesmo sem abrir os olhos, sei que estou acordado, e ja uma contração em meu estomago faz com que eu entenda, sim é hoje. A tempos faço isso, sessão oras bolas, ja se foram inumeras, nem todas em grande estilo, nem todas inesquecíveis mas foram sessões e todas tem seu valor. Mas hoje, hoje desejo com todas as fibras de Meu ser tomar posse. Venho remoendo isso a dias, meses, anos, não pretendo e, nem de longe, penso em me conter. Dedicarei a elas, absolutamente todo Meu calor, vontade, tesão e taras…. Vou tomar banho, pois ja me levantei completamente excitado, lembro-me vagamente de me levantar assim ainda garoto, incrivel como o tempo passa. Mesmo a agua fria de manhã não me deixa em paz, não refresca, não diminui meu impeto. Faço a barba como um noivo, impecável, saio do banheiro e meu robbe vai na frente, situação até que comica, finalmente separo e presto atenção ao q vou vestir, como todas ou a maioria de minhas roupas são pretas, nunca me atenho a isso mas hoje não. Como um cirurgião, separo peça a peça, procurando uma combinação perfeita em toda aquela cor preta. Interessante ter sido essa a cor escolhida como padrão para os praticantes de sadomasoquismo, ja fiz sessão de branco, é a cor natural do uniforme de marinha, e minha escrava na época tinha essa tara, pena que sangue não sai e tive que jogar a camisa fora, mas valeu. Meias, calça, camisa, gravata, paletó, sem tempo a perder com cuecas, hoje não vou usar isso, mas essa excitação implacável pode me trazer transtornos, afinal, ainda irei ao trabalho, então cuecas também. Interessante, tenho inumeros frascos de perfume, presentes e mimos que elas me dão….hummm base em ferormônios, vejamos se isso funciona…. Meu arsenal completo ja esta em meu porta malas, vou sorridente no transito caotico desta cidade incrivel, sampa, quanto mais rodo, ela ainda me da sempre a impressão de estar crescendo. Meu celular toca quando ja estou tomando meu café, na mesma padaria que vou a anos. Vejo e me arrepio, estranho, esse contato pela manhã ja se tornou quase rotineiro, então porque?… Dono bom dia, sua kajira fica feliz em saudá-lo nesta manhã, a mesma frase, a mesma voz, qse a mesma entonação, e fico realmente feliz em ouvi-la, após todo esse tempo, estou reaprendendo a amar a minha escrava?… Bom dia… o tempo me parece bom mas, sampa é assim, sempre imprevisivel, como foi sua noite? como vc está? Ela passa a descrever um cenário hora terrivel, hora comico, de todos os nuances de seu dia, e aprecio cada silaba com um vigor visivel a esta hora. A pequena garçonete retorna a minha mesa pela quinta vez e ainda sorridente. Mudo a entonação e sinto que ela se arrepia do outro lado. Quero você hoje, te pego as dezoito horas… Sim Meu Master, onde? E saio da padaria, como um artilheiro de marinha que derrubou um caça. O dia passa lentamente, e nada de incomum ocorre,a não ser pelo fato de a recepcionista vir me trazer os jornais e quase de tudo, a secretária me trouxe café, até uma colega que pouco fala comigo a não ser sobre trabalho, teve um assunto ameno e bem fluente…. e claro não deixei de notar os sorrisos. Creio que o perfume enfim, tem seu valor. Fiz um lanche, e me acabei em frutas, quero estar bem, e muito bem hoje. Relógio insano, 16:00, dois dias depois 16:10. Finalmente saio, entro no carro e meu sorriso fica maior que meu para-brisas. Ela esta simplesmente linda, acho que nunca a vi mais linda, nem quando nos conhecemos após meses de papo no msn, alguns anos atrás…. Desço e lhe abro a porta. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Quase que rasgo a calça, hoje realmente estou a mil. Entre que iremos buscar suas irmãs, elas ainda não sabem de minhas intenções. Que bom Dono, vai ser divertido pega-las sem avisar, vão ficar doidas, e essa era minha intenção. Chego quinze minutos depois, interfone, olá. DONO?? que houve algum problema??? Vista-se de gala e desça… mas, mas, mas dono nossa eu…, vc tem vinte minutos e contando. Dono sobe, tome um café, estou horrivel e…, 19 minutos e contando… MEUS OCEANOS, AAHHH, TO INDO, SOCORRO!!!!! 40 minutos depois quase chorando, ela vem num vestido brilhante, acho que de seda, vermelho, cabelos em coque, altos altissimos simplismente perfeita. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Bendita cueca, ainda bem que estica e é nova. Fecho levemente a porta assim que ela se acomoda. Vocês podem conversar, hoje, desejo muita alegria, muita alegria mesmo. Mais meia hora depois, ja rindo de algumas piadas e inevitaveis fofocas do meio S&m. Toco a campainha, uma, duas vezes, ela aparece sobre a sacada… DONO???? É um sobrado, como tem vaga pra dois carros, paro o meu la dentro. Chego a porta ela esta enrolada numa toalha. Estava no banho, DONO, não sabia, não ligou, não haviam recados, nossa meninas oiiii. Ela inclina levemente a cabeça, sua kajira pede pra lhe beijar as mãos Master. Sentei no sofá da sala e pedi agua gelada, não sou de ferro, e calças rasgam. Vc tem vinte minutos, como vê suas irmãs estão de gala, vista-se. DONO podemos subir pros retoques??? Podem. Um frenesi se instala, kajiras, mesmo adestradas são barulhentas, mas hoje, estou a mil. Após um século de abre e fecha portas, toc toc de saltos, tira e põe, vai, vai, vai… Estão as minhas três realizaçoes na vida, em nadu. Me recosto no sofá, e aguardo as saudações. DONO, aqui se encontram suas kajiras, prontas para tudo o que desejar, esperando sempre poderem agrada-lo completamente. Não infarto porque sou sagaz, cuido da saude, malho, comidas saudáveis, etc. Buenas, vamos ao restaurante que nos conhecemos, vamos jantar e conversar bastante. Saiu um “EEEEE” como torcida de futebol. E o jantar foi realmente muito agradável. Em dado momento passei a lembrar de como tudo começou, de todos os solavancos, brigas, diz que diz e num diz nada, que era impossivel, que iriam devolver coleira que isso que aquilo, mas enfim, não sem minha tsunami, aki estamos, juntos. O pessoal do restaurante que porventura estava cheio, pirou, pois adquirimos uns habitos, mesmo entre baunis, não economizamos, caricias, beijos, afagos enfim, no baunis, sou o “namorado delas”, acredito que devam estranhar um pouco, afinal são três mulheres e um homem e elas usam coleiras iguais, mas vestidos e cores diferentes, nisso fui voto vencido. Voltamos para o sobrado, por ser o local mais adequado, pelo fato de não termos vizinhos, e um dos quartos, ter sido transformado em minha dungeon particular. Mesmo assim, pego todas as novas peças para serem utilizadas e ordeno que elas as carreguem. Gurias, sonhei com isso, ja faz um bom tempo que venho organizando essa sessão, espero que todas estejam muito bem, pois hoje, desejo me superar. Pretendo ir revezando porem, sem fazer questão alguma de ordem de uso, estejam o tempo todo prontas. Em uma so voz, ouço o mais lindo dos consentimentos, Sim DONO. Rapidamente, amarro minha ruiva punhos e tornozelos em “x” nas costas da coluna, deixando que ela fique de joelhos sobre apoios de tampinhas de garrafa, de modo que, qualquer movimento sempre irá fazer com que tudo acabe doendo, enfio um dildo, com vibrador ligado, numa haste e penetro nela, apoiando no tapete, quanto mais ela se mexer, mais o dildo entra e o joelhos esfolam. Amarro as mãos numa trama de bondage nas costas de minha galega, afim de que não mexa os braços e usando de um suporte no teto puxo-lhe as mãos fazendo com que ela fique curvada, nariz quase nos joelhos, bem incomodo, coloco um pallet sob seus pés e fixo seus dedões nele com parafusos em “U” limitando totalmente qualquer movimento. Para minha morena, amarro seus bicos de seio e usando outro suporte no teto levanto-a qse a deixando nas pontas dos pés, amarro seus pulsos em um de seus tornozelos a deixando apoiada apenas em uma perna. Tendo o cenário quase pronto, verifico se todas estão em suas posições, ja ouço gemidos e murmurios baixos, espero que eles se tornem uma sinfonia muito em breve. Acendo e reservo em uma mesa algumas velas, mas mesmo assim deixo derretendo, numa panela, parafina, em um pequeno fogão de acampamento. Enfim retiro de minha pasta os novos brinquedos. Um flogg de arame farpado, um aparelho sofisticado que permite dar choques eletricos, uma luva de couro com pregos, um chicote de couro cru curtido de 1,50mt, mas que pesa aproximadamente 10kg. Na ruiva de joelhos o aparelho de choques… Na galega curvada, o flogg… Na morena equilibrista o chicote… O que se segue é o uso frenetico de cada aparelho da forma mais intensa em cada uma delas, sem pressa alguma, me deleitando com cada murmurio, respirações sofregadas, suores intensos, tremores, musculos se retesando sem controle. Fazendo uso constante de outros vibradores, arranco de cada uma, orgasmos alucinados, não uma nem duas, mas a quase exaustão de todas… Outros consolos são penetrados em seus anus, trazendo ainda mais agonias. Eu realmente não prestando atenção ao tempo e desejando que o tempo parasse naquela noite, o fundo musical dava o ritmo de cada chicotada. Em dado momento as solto e troco de posição e torno a fazer isso, de forma que todas experimentem tudo de forma igual, sem perderem absolutamente nada do que fazia com cada uma, a seu tempo. O toque final foi um intenso banho a três de parafina…. E, ao término, ja visualizava outras sessões, observando minhas três posses arfando no chão, olhando, ora assustadas, ora contidas, ora devassas, ora entregues, em meus olhos…..