Categoria: First Knowledge

As castas goreanas, uma introdução.

Por babi{HA}

O sistema de castas apresentados nos livros de GOR e um sistema estabelecido nos livros de acordo com aquilo que você exercer e de suas habilidades, em Alkania acreditamos ser um dos pilares das estruturas dessa sociedade dos livros e da nossa também.
Dentro das grandes  cidades Goreanas algumas pessoas não as pertencem são os outlaw¹, e os escravos. Todos os livres, fazem parte do sistema desde que não tenham sido expulsos de uma casta e tenha uma home stone (com exceção dos Assassins).
O sistema de castas é divido por habilidades ou profissões é governado principalmente pelo nascimento. Diferente do sistema de castas dos Hindus (presente na índia e parte do Nepal), endógama é imutável passado hereditariamente onde os de cima são superiores e os de baixo são poeira dos pés, o sistema de castas Goreano, mesmo tendo Castas Altas e Castas Baixas não é imutável, e nesse sistema de castas o contexto e valores gerais acabam sendo mais importantes que o individualismo em si.
Por mais que o sistema de casta não seja imutável, eu ainda não realizei nenhuma leitura sobre mudanças real de castas (no livro assassins of Gor, até há mudança de castas, mas não vejo como uma mudança por desejo é vontade de evolução é sim como uma ferramenta de defesa é de teste de valores, do que de desejo de mudança), acredito que isso tem muito a ver com o orgulho que se tem sobre o que se é. Os Goreanos até mesmo das castas baixas tem orgulho do que se é. Se pensarmos friamente, se todos os Goreanos quisessem ser de castas altas não teríamos poetas, nem carregadores de madeira ou camponeses , essas castas por mais que sejam consideradas castas baixas, são de extrema importância para o equilíbrio da vida do planeta , é assim podemos fazer uma boa metáfora com os tipos de emprego que cada pessoa exerce na terra, por que o que seria do mundo sem os coveiros? Um grande cemitério aberto, ou o que seria do mundo sem os lixeiros? Um grande lixão ao céu aberto. Nessas profissões que na terra vemos como inferiores a de um médico ou advogado, não existiria  inferioridade sobre as altas castas, é sim haveria, orgulho do que se realiza por que se entende que todos tem o seu valor e todos são necessários para manutenção do equilíbrio.

As castas são classificadas como High Castes e Low Caste ,

  As cinco High pertencem em ordem da decrescente:

  • Initiates ou iniciados que são a casta branca, ela não faz parte do sistema de castas de Alkania, nos livros os mesmos são os comunicadores dos Reis-sacerdotes oficialmente , no livro três entedemos que eles não são muito bem o que dizem ser, é que na realidade é tudo um grande plano dos reis sacerdotes, são uma casta de mentes que fazem os goreanos seguirem o que os reis sacerdotes dizem.
  • Scribes ou escribas, são os que realizam a descrição e guardam a sabedoria, na terra poderíamos ter como metáfora os professores é escritores ou até os historiadores são representados pela cor azul. Eles na terra são os homens que cultuam a sabedoria, são inteligentes é nos conquistam por sua sapiência.
  • Builders ou Construtores são os inventores, construtores, engenheiros, programadores, os Homens que fazem o futuro. São representados pela cor amarela. Nos livros goreanos essa e uma casta que sofre, mesmo sendo detentores do saber suas  construções são limitadas, nenhum transporte pode ser feito, automóveis, ou aviões, ou quiçá armas de fogo como na terra, é isso  faz com que as guerras sejam mais justas e mais justas em questão de mérito próprio. Eles verificam a autenticidade do ouro, e seu símbolo é um quadrado de metal que formam ângulos.
  • Physicians Ou Médicos nessa casta entra todas as profissões que mexem com saúde do coletivo, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos entre outros. São representados pela cor verde. Aqui temos a maior tecnologia do mundo goreano, soros de estabilização e contraceptivos de alta potencia com um gole são algumas das maravilhas dos goreanos, devido aos soros de estabilização, quase não se escuta falar sobre doenças, são bem raras, e tudo isso sem um computador de alta potencia para examinar o paciente por dentro, essas são algumas das descobertas dessa casta.
  • Warriors Ou Guerreiros Nessa casta todas as profissões como militares e policiais, guardas patrimoniais ou segurança. São representados pela cor vermelha. Essa casta tem um código completo de honra, costumes educação entre outras descrita nos livros. Os guerreiros são uma das castas que mais prezam pela honra ao seu código, eles aprendem as serem exímios em quatro tipos diferentes de armas especificas da casta dos guerreiros, os livros contextualizam homens fortes e exímios lutadores.

Depois dessas High castes temos as LOW castes, e dentro delas uma infinidade de castas, como Artistas ,dos poetas  a casta dos camponeses(esses nos livros fazem barganhas com OUTlLAW) , a casta dos lenhadores entre outras. Muitas ocupações em GOR não aparecem oficialmente citadas como uma casta, deduz assim que são tendo em vista ser um sistema.

Algumas outras castas, citam-se a cores de utilização, como a assassins usam preto preto, Baker caste usam amarelo e marrom, a casta dos Magistrates que usam branco enfeitado de ouro e purpura entre outras. existem outras castas em gor citadas nos livros, mas essa é so uma introdução ao sistema de castas.

Em Alkania utilizamos somente as castas altas com exceção das dos iniciados, por adaptação.


BRACELETS

Por babi{HA}

Explicação: Comando, que pode ser dado em qualquer posição. As mãos nas costas sendo os pulsos cruzados na parte inferior das costas para serem unidos por algo, geralmente pulseiras ou braceletes escravos, fortes e resistentes para que a kajira não escape. Cabeça erguida sempre mostrando orgulho pela sua posição.

Forma de uso: Comumente e usada para amarrar os pulsos da Kajira, com correntes ou braceletes escravos ou cordas ou o que o Master quiser usar para prender a escrava. Devota submissão e poder do Master sobre a escrava.

Citação: 

“Bracelets!” I said in Gorean, harshly. The girl snapped to position, hands behind the small of her back, head lifted, chin up, turned to the left. In such a posture she may be conveniently put in bracelets, and leashed.

Book 10, Tribesmenof Gor.

“Bracellets,” Ho-Sorl shouted suddenly Phyllis threw her wrists behind her back, threw her head back and turned the same to one side, the instant response of a trained girl.”

Livro 5, Assassin of Gor.

Tradução:  

“Bracelets!” Eu disse em Goreano, com dureza. A menina aproximou-se da posição, as mãos para trás na parte inferior das costas, a cabeça erguida, o queixo, virou-se para a esquerda. Em tal postura, ela pode ser convenientemente colocada em pulseiras e amarrada.

Livro 10, Tribesmen of Gor

“Bracellets” gritou Ho-Sorl de repente Phyllis lançou seus pulsos atrás das costas, jogou a cabeça para trás e virano a mesma para um lado, a resposta instantânea de uma garota treinada.”

Livro 5, Assassin of Gor.

Mãos cruzadas, rente ao final das costas.


Rito de escravidão de Tharna

Por babi{HA}

Algumas partes dos livros, emocionam uma kajira, outras a fazem chorar. E comum em Gor principalmente as castas baixas, que não tem acesso a leitura ou ao segundo conhecimento guardar suas memorias em forma de musicas e cantigas, ou até mesmo sobre formas de poemas, guardados de memoria em memoria.Vemos essas informações em muitos momentos e passagens dos livros. Vou deixar aqui uma citação em forma rito que me encanta,

 

Quando vemos nossos momentos de entrega no inicio da entrega com total certeza choramos.

“Weep, Free Maiden.

Remember your pride and weep.

Remember your laughter and weep.

Remember you were my enemy and weep.

Now you are my helpless captive.

Remember you stood against me.

Now you lie at my feet.

I have bound you with yellow cords.

I have placed you on the scarlet rug.

Thus by the laws of Tharna do I claim you.

Remember you were free.

Know now you are my slave.

Weep, Slave Girl”

Outlaw of  Gor

Tradução:

“Chore, livre donzela.

Lembre-se do seu orgulho e chore.

Lembre-se do seu riso e chore.

Lembre-se de que você era minha inimiga e chora.

Agora você é meu cativa indefesa.

Lembre-se que você estava contra mim.

Agora você está aos meus pés.

Eu te amarrei com cordões amarelos.

Eu coloquei você no tapete escarlate.

Assim, pelas leis de Tharna,

eu reivindico você.

Lembre-se que você estava livre.

Agora saiba que você é minha escrava.

Chore, escrava”

Outlaw of gor

 


NADU

Por babi{HA}.

Essa  é a  posição mais famosa do mundo goreano, é acredito eu que a mais usada no dia a dia da terra, já que servimos sobre os joelhos.

“She swiftly turned, facing him, and dropped
to her knees. She knelt back on her heels,
her back straight, her hands on her thighs,
her head up, her knees wide. It was the
position of the pleasure s
lave[…]”

Tradução:

“Ela virou-se rapidamente, de frente para ele, e caiu
de joelhos. Ela se ajoelhou em seus calcanhares,
as costas retas, as mãos nas coxas,
a cabeça erguida, os joelhos bem abertos. Foi o
posição do escravo do prazer.[…]”
Explorers of Gor.

Entretanto existem outras citações é aí deixo a cargo de quem se sentir interessado em buscar.

A explicação da posição:

Se ajoelhar denota toda a devoção que a kajira tem pelo seu Master, porém temos que ver que na contra terra é comum estar nos joelhos para uma mulher. As mãos na coxa viradas com as palmas pra cima além de contar entrega ,tem a ver com entrega sexual ,e realmente dizer que está preparada pra ser usada sexualmente. Essa é uma posição de escrava do prazer. A cabeça deve estar erguida trazendo todo orgulho da sua posição, e os olhos baixos trazer a submissão. Você abre as pernas o suficiente para que sua vagina fique com os grandes lábios abertos, sendo assim você fica completamente exposta e vulnerável ao Master.

a posição está correta, o rosto não fica lateralizado porém e o modo mais simples de se esconder a face em uma foto.

 

 

 

 

 

 


John Norman, um libertário

Segue abaixo um texto de 13 de outubro de 2010, escrito para o site Advocates of self Government (http://www.server.theadvocates.org/) por Bill Winter, o texto original não esta mais disponível mas existe uma copia em http://archive.li/nDXEp.

Alkania não compartilha de todas as opiniões postadas no texto, mas ele constitui uma fornte útil de referência sobre o autor das Crônicas da Contra Terra.

Boa leitura!

Master Christian Sword of GOR

São Paulo 19 de Abril de 2017

Em um primeiro olhar, o escritor John Norman é um libertário improvável. Suas novelas de fantasia / aventura sobre o planeta Gor – que venderam cerca de 12 milhões de cópias em todo o mundo – parecem endossar a instituição decididamente não libertária da escravidão. E uma versão particularmente não PC (Politicamente Correta) de escravidão, envolvendo homens fortes e bárbaros escravizando mulheres submissas. Como o site Salon.com comentou com desdém sobre os romances de Norman, Gor é um planeta “onde homens são homens e mulheres são escravas”.

Mas não confunda ficção com fato. Embora os livros de Gor se concentrem em machos alfa dominando mulheres dóceis, Norman (o pseudônimo de John Frederick Lange, Jr., um professor de Filosofia no Queens College, Nova York) entende a diferença entre fantasia e realidade.

Em seu livro de 1974, Imaginative Sex, Norman sugere que um de seus objetivos como escritor é permitir que a imaginação das pessoas se torne “sexualmente liberada”. Imaginative Sex incentiva casais (em casamentos monogâmicos) para usar “role-playing” e fantasia para apimentar suas vidas amorosas. Esses jogos devem ser seguros e consensuais, adverte Norman. “Ferir e humilhar os seres humanos, genuinamente e com malícia, é moralmente errado”, escreve ele. E enquanto alguns críticos alegam que os livros de Gor endossam estupro, Norman escreve: “A violação, como uma realidade sociológica, é comumente um ato feio, brutal, desagradável, doentio, horripilante e vicioso”. Em outras palavras, Norman traça uma linha nítida entre o retrato fictício do sexo não consensual em Gor – e sua realidade desagradável na Terra.

Tais comentários fazem pouco para aliviar os críticos de Norman, que denunciam os livros de Gor como um lixo mal escrito e misógino. Stan Nicholls, no St. James Guide To Fantasy Writers (1995), disse que Norman é “o autor mais vilipendiado da história da ficção fantástica”. Julia Gracen, no site Salon.com (18 de maio de 2000), disse que a série Gor é “hilariantemente bombástica”, e as “linhas históricas, especialmente nos livros a partir de meados da década de 1970 posteriores, são freqüentemente interrompidas por longas passagens de repetição filosófica” sobre como as mulheres Deve procurar “total obediência a um homem magistral”. Isto é, ela declara secamente que os livros de Gor “não são boa literatura”.

Outros críticos discordam e sugerem que os romances de Norman são uma sátira cuidadosamente construída ou um comentário social farpado. Por exemplo, o site Enotes.com especula que o tema mestre / escrava da série Gor é tão exagerado que pode ser “uma sátira selvagem sobre toda a noção de determinismo biológico”. Outros críticos teorizam que os livros são uma reação aos excessos do feminismo dos primeiros anos da década de 1970, ou um ataque ao estilo Camille Paglia ao “politicamente correto”.

Afinal, o que é este Gor que provocou tanto debate? É uma série de romances de fantasia, ricamente realizados – escritos na tradição de Edgar Rice Burroughs – sobre Tarl Cabot, um terrestre que é transportado para Gor, um planeta do outro lado do sol. Em Gor, onde a civilização está presa a um nível bárbaro greco-romano, estados guerreiros lutam entre si e lutam contra alienígenas exóticos. E nós mencionamos as meninas escravas?

Norman escreveu 26 romances de Gor, de Tarnsman de Gor (1966) a Testemunha de Gor (2002). Dois dos livros de Gor foram transformados em filmes de baixo orçamento : Gor (1987) e Outlaw of Gor (1987). Em seu próprio nome, Norman, que tem um Ph.D em Filosofia de Princeton, também escreveu O Paradoxo de Cognição: Uma Investigação Sobre as Reivindicações da Filosofia (1970) e editado CI Valores Lewis e Imperativos: Estudos em Ética (Stanford, 1969) ).

Enquanto os livros de Gor eram enormemente populares na década de 1970 – e foram até traduzidos em 10 línguas – eles estavam fora de impressão no final da década de 1980. Fãs disseram que os livros foram vítimas da onda “Politicamente Correta” e acusaram os editores de se curvarem às demandas das feministas e dos censores. O próprio Norman disse que estava “na lista negra” pela indústria editorial.

Mas Gor não morreria. Em um reavivamento facilitado pela Internet, os fãs construíram sites louvando a série, e cópias de segunda mão dos romances vendidos por US $ 100. No final da década de 1990, vários dos primeiros livros de Gor estavam de volta e uma revista, Gor Magazine, foi lançada. Alguns aficionados até começaram a viver o “estilo de vida Gorean”, praticando role-playing, e a escravidão consensual. Em 2001, New World Publishers foi formado para reimprimir todas as novelas de Gor.

Mas os anos no deserto – rejeitados pelos editores e desprezados pelas organizações de ficção científica – deixaram suas cicatrizes. Em 2001, quando Norman não foi autorizado a falar na 59ª Convenção Mundial de Ficção Científica na Filadélfia, ele escreveu uma carta (impressa em Locus Online, 14 de outubro de 2001) acusando os organizadores de convenções de serem “acríticos, presunçosos, excessivamente emocionais e portadores de uma mentalidade ingenuamente Politicamente Correta “.

Uma década de tal “censura” pode ter levado Norman a se tornar um libertário. Nessa mesma carta, Norman disse que estava ansioso para falar na convenção sobre quase qualquer assunto. “Eu sou um libertário … e eu ficaria feliz em discutir as deficiências e os perigos demonstrados das posições estatistas”, escreveu ele. “Eu teria ficado feliz em falar sobre a dinâmica social, o estatismo, o coletivismo, o autoritarismo, a moralidade altruista-coletivista … os valores de um mercado livre, a utilidade dos processos de mão invisível, e tal”. Os organizadores da convenção se mostraram impassíveis e recusaram-se a convidar Norman.

Tal é a vida do criador de Gor; Louvado como um visionário sexual por alguns, desprezado como um homem das cavernas que odeia as mulheres por outros – mas sempre disposto a ir às muralhas, espada retórica na mão, para lutar contra as hordas bárbaras de “puritanos e censores, excluidores, hipócritas, E mentirosos. ”

– Bill Winter

“Eu sou um libertário, e não um estabelecimento neosocialista.” – John Norman em uma carta à 59ª Convenção Mundial de Ficção Científica, impressa em Locus Online (14 de outubro de 2001)